Estive atrasado com a tal atualização do meu blog por questões de força maior, mas garanto-lhes: todas para o lado positivo.
Como combinado, todas as quintas-feiras são destinadas a uma relfexão sobre alguma letra de música (aceito sugestões).
Pois bem, quantas vezes invés de sairmos, viajarmos, curtirmos com os amigos, preferimos ficar dentro de casa e passar horas e horas na frente do computador? Quantas vezes estudamos demais um dia antes daquela prova e não assistimos aquele ótimo filme que estava passando na tv? Quantos momentos de neuras, preocupações, medos e aflições ocuparam nossas mentes para que não pudessemos admirar o pô-do-sol, sentir a brisa do mar ou rir de uma piada sensacional?
O compositor escreveu: "hoje o tempo voa amor, escorre pelas mãos mesmo sem se sentir. E não há tempo que volte, amor. Vamos viver tudo o que há pra viver". Chega a ser utópico este pequeno trecho extraído da música Tempos Modernos do cantor e letrista Lulu Santos.
Quando se pensa no futuro, o presente deixa de ser o foco principal de nossa vida. E o tal presente é sofrido, difícil a bessa. Projetar que a vida será melhor daqui há alguns anos é antes de mais nada, abster-se de enfrentá-la aqui e agora.
Quem não quer viver a vida numa boa? Eu desejo isto aos que estão a minha volta. Quero que vivam a vida numa boa, enontrem seus amores, seus caminhos, saibam tirar proveito das adversidades para que possam voltar com mais força, garra e determinação no combate contra o "mal".
Tá tudo muito bom, tá tudo muito bem, mas eu pergunto: você se permite? Você se permite dar um passo sem saber se haverá um abismo logo na frente? Tem coragem de se jogar de uma colina de olhos fechados?
Acredito que esta música retrata a tentativa de alguém que tentou tudo isso já citado acima e teve sua iniciativa frustrada. Seria então, um conselho para outros que persistam nessa caminhada para viver a vida não por cima de um muro, mas com satisfação, com sinceridade no olhar. Devem existir milhões de pessoas que não se permitem, pois não têm coragem suficientes para tal ato ou mesmo, sentem-se recriminadas e oprimidas ao aproveitarem a vida e permitir viver tudo de bom eporque não, de ruim que ela oferece, mas acimda de tudo, tirando proveito destas situações.
Tem certa relação com o post anterior, principalmente por tratar-se da busca indivudual sobre como viver bem e deliciar-se nas pequenas coisas, nos pequenos atos. Repito: se quem compra sua roupa íntima é você, já está mais do que na hora de provar para os frustrados de plantão, que serás diferente: vai viver a vida, as oportunidades que ela oferece e permitirás ser feliz, pois nenhum momento será igual ao outro e encurvar-se aos interesses de terceiros e esperar o tal futuro que nunca chega, é perder tempo. E o tempo não volta.
